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quinta-feira, 27 de dezembro de 2012

Testemunhos de Ex alunos da Comunidade Há Uma Esperança Jesus

Congresso de 2012 - 9º Congresso Estendendo as Mãos aos Necessitados

O Sobrevivente Não Vou Desistir

O Sobrevivente Testemunhos

O Sobrevivente O Extraordinário

o Sobrevivente Ev Thiago Pires

O Sobrevivente Nada Cala a Minha Adoração

O SOBREVIVENTE DUPLA HONRA

segunda-feira, 8 de outubro de 2012

Século 21 convive com um novo perfil de morador de rua.

Cerca de 1% da população de uma cidade do porte de São Paulo, com aproximadamente 18 milhões de habitantes, vive em situação de rua. Mas o perfil do morador de rua atual não é mais representado pela figura do imigrante, geralmente negro, com pouca escolaridade e desempregado. Aliás, não há perfil homogêneo para traçar a população que vive nas ruas, como define Aldaíza Sposati, secretária de Serviço e Assistência Social do Município de São Paulo. Apesar de fatores como demência, abandono, drogas e álcool serem responsáveis por levarem algumas pessoas à viverem nas ruas, segundo Aldaíza, a exclusão social e econômica ainda é a grande vilã. O tema foi amplamente debatido durante o Seminário Internacional “Rompendo a barreira da exclusão: populações de rua e políticas públicas”, realizado pela Faculdade de Saúde Pública da USP, nesta última segunda-feira, 25/08. Marcio Pochman, secretário da Secretaria de Desenvolvimento, Trabalho e Solidariedade do Município de São Paulo, enfatizou que existe hoje um novo tipo de morador de rua, formado por pessoas que já tiveram carteira de trabalho assinada, foram chefes de família e são brancos. “Não é difícil também encontrar pessoas que falam uma segunda língua ou que têm diploma universitário”, lamenta. Segundo Pochman, o atual modelo econômico neo-liberalista é perverso quando o assunto é exclusão social. “A vítima da exclusão social, inclusive aquela que acaba indo morar nas ruas, torna-se a culpada pelo seu desemprego. Para os padrões atuais, a pessoa está nessa situação porque não preparou para o mercado, porque não fez direito a lição de casa”, afirma. Pior: para ele, esse mesmo modelo econômico “impede a inclusão social, principalmente pelo mercado de trabalho formal, que está em crise”, afirma. Enquanto a situação não é apaziguada, tentativas de amenizar o problema dos moradores de rua pelo visto não faltam. Segundo Aldaíza Sposati, a prefeitura de São Paulo tem desenvolvidos programas de acolhimento e instalação de albergues em diferentes pontos da cidade. Entretanto, os programas mais eficientes são aqueles que buscam a integração social dos moradores de rua por meio de projetos que incentivem a criação de cooperativas de trabalho. “Os catadores têm se mostrado uma maneira eficiente de prover pelo menos uma renda para os moradores de rua. O problema é a intervenção de terceiros que oferecem o serviço visando lucro próprio”, afirma Aldaíza. Participaram também do debate o Dr. Gonzalo Vecina Neto, secretário da Saúde Pública do Município de São Paulo, além de representantes de organizações internacionais do Canadá, Japão, França e Estados Unidos envolvidos na questão.

Alcoolismo afeta 12% da população e dependência atinge 22,8 milhões.

Fonte:Diário de Pernambuco Dados recentes do Ministério da Saúde apontam que, de cada 20 brasileiros com mais de 18 anos, pelo menos três fazem uso abusivo do álcool. Muito além da ansiedade, vergonha e impotência. No enredo do alcoolismo, que acomete 12% da população brasileira, o pior obstáculo é a negação. O caso do jogador Adriano, que de tão aclamado quando goleava pela Internazionale de Milão ganhou o apelido de Imperador, tem repercutido no país do futebol. Com trajetória marcada tanto pela habilidade nos gramados quanto por confusões e noitadas, o atacante reacendeu as suspeitas sobre seus problemas com o álcool — externados publicamente por pessoas próximas — ao faltar aos treinos no Flamengo no último fim de semana. Os cerca de 40 milhões de torcedores do time se dividem entre classificar Adriano de irresponsável, exigindo sua expulsão, e defender que o jogador seja ajudado. Ao que tudo indica longe do fim, o drama do rapaz de 30 anos traz à tona a endemia do alcoolismo que devasta o país. Dados recentes do Ministério da Saúde apontam que, de cada 20 brasileiros com mais de 18 anos, pelo menos três fazem uso abusivo do álcool. Ou seja, bebem, numa mesma ocasião, quatro ou mais doses (no caso de mulheres) e cinco ou mais doses (para homens). Pesquisa realizada pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) com financiamento da Presidência da República constatou que 12% da população tem dependência da substância. São 22,8 milhões de pessoas, quase dez vezes a quantidade de moradores do Distrito Federal. Um segundo levantamento da instituição está pronto para ser divulgado. E mostrará aumento das mulheres que bebem com muita frequência, de uma a sete vezes na semana, atualmente em 13%. As mortes são incontáveis, já que o álcool está por trás de acidentes de trânsito, brigas e suicídios. Só os transtornos mentais causados diretamente pela bebida matam cerca de 7 mil pessoas por ano. O número de afastamentos do trabalho por causa do álcool cresceu 10% entre 2009 e 2011, conforme dados da Previdência. Ano passado, mais de 13 mil pessoas perderam a capacidade, temporária ou definitivamente, de produção devido ao problema.

quinta-feira, 20 de setembro de 2012

Atenção igreja!!!

Organizadores de uma feira religiosa realizada na Província de Jiangxi, na China, permitiram que mendigos participassem das comemorações — mas só se ficassem dentro de gaiolas. Segundo o tabloide britânico Daily Mail, os mendigos eram obrigados a ficar dentro das gaiolas se não quisessem ser removidos do local. Os responsáveis pelo evento afirmaram que a presença dos mendigos “arruinava a experiência dos visitantes” da feira.
As gaiolas, semelhantes às usadas em zoológicos, são baixas e fazem com que os adultos tenham que ficar sentados, já que não caberiam em pé dentro dela. Apesar de serem livres para sair das gaiolas, os mendigos que decidissem sair seriam “banidos da área do festival” e obrigados até mesmo a deixar a cidade.
A feira, realizada anualmente, atrai visitantes de diferentes cidades da China. Graças ao grande número de pessoas que passam pelo evento, a feira passou a ser um local onde mendigos pediam dinheiro para turistas e visitantes. Um dos organizadores afirmou que os mendigos entraram voluntariamente nas gaiolas, que ficam ao longo da feira. — Esse ano nós decidimos que não queríamos mendigos vagando pela feira, constrangendo nossos visitantes e estragando o evento.
Segundo o organizador, a presença dos mendigos deixava os visitantes “desconfortáveis”. — Não tivemos escolha a não ser bani-los do local. Vimos nas gaiolas uma boa solução para todos. As pessoas ainda podem dar dinheiro, mas não são mais assediadas e seguidas no festival, onde estão passando um dia em família. Para os organizadores, os mendigos estão “confortáveis” em suas gaiolas. — As pessoas dão comida e água como presentes. De certa maneira, é melhor eles estarem ali do que ter que encontrar um lugar nas ruas.
O uso de gaiolas foi condenado por grupos de direitos humanos na China, que rotularam o local como um “zoológico humano”. Segundo o representante de um desses grupos, as pessoas ali estão sendo “tratadas como animais”. — O que eles terão que fazer depois? Truques para ganhar comida? Isso não passa de humilhação pública. A presença das gaiolas na feira e o tratamento que os mendigos receberam no evento deixaram alguns dos visitantes “enojados”, segundo o Daily Mail. Uma das turistas se disse “horrorizada” por ver pessoas presas em gaiolas. — Essas pessoas merecem ser bem tratadas e deviam ter o direito de visitar a feira como qualquer outra pessoa. Se alguém quiser dar comida, dinheiro ou água, é a decisão de cada um. Fonte: R7 "Deixe seu comentário!!!"

terça-feira, 11 de setembro de 2012

Veja no infográfico os efeitos do crack no corpo

Dependência de crack é maior entre as mulheres, aponta estudo

Dados inéditos mostram que entre elas índice do vício é de 54%, contra 42% neles. Especialistas explicam que hormônio feminino reforça ação prazerosa da droga e acelera a dependência.
Dados inéditos da pesquisa nacional que mapeou o consumo de crack e cocaína no Brasil mostram que as mulheres acabam mais dependentes do pó e das pitadas no cachimbo do que os homens. Saiba tudo sobre o uso de drogas O levantamento feito pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) indicou que o País soma 2,6 milhões de usuários destas substâncias, consumidas de forma aspirada ou fumada . Apesar dos homens serem líderes na taxa de uso de crack e cocaína, entre as mulheres usuárias o índice de dependência foi de 54%. Já no sexo masculino, os pesquisadores detectaram que 46% são viciados, diferença de oito pontos porcentuais entre os gêneros. Os especialistas afirmam que o organismo delas é mais vulnerável à ação dos entorpecentes. Isso explica por que elas são mais numerosas nos índices de dependência. A mesma razão também está por trás de outras estatísticas encontradas no estudo da Unifesp: 40% das usuárias relataram usar as drogas mais de duas vezes por semana contra 24% dos homens. Além disso, duas em cada dez mulheres já injetaram cocaína (20%), mais do que o dobro de usuários do sexo masculino que recorrem a esta forma de uso (8%). Para identificar quantos usuários se enquadram nos quesitos de dependência, que envolvem sintomas psicológicos (como compulsão e depressão ) e sinais físicos (tremedeira, dores de cabeça e no corpo), os pesquisadores aplicaram questionários com 42 perguntas em 4 mil moradores de todas as regiões do País, de todas as classes sociais e escolaridades. Por serem representativos do Brasil, os achados podem ser estendidos a toda população brasileira. Leia o especial : Crack faz a vida de adolescentes valer só R$ 10 A psicóloga Clarice Madruga, uma das autoras do mapa do uso do crack e cocaína no Brasil, diz que “é sabido que a progressão da dependência é mais rápida entre mulheres.” Segundo ela, estudos anteriores já mostram quem os hormônios femininos (principalmente o estrogênio) podem estar envolvidos nesta maior vulnerabilidade. “Este hormônio potencializa os efeitos da droga, pois a torna mais prazerosa e, portanto, aumenta o poder de dependência”, define Clarice. A estrutura hormonal feminina já apareceu como uma das razões para as jovens entre 24 e 35 anos serem líderes em consumo exagerado de álcool, conforme detectou estudo da Organização Mundial de Saúde (OMS) feito com mulheres brasileiras e divulgado há quatro meses. Por causa dos hormônios, a conexão das drogas com o cérebro é mais rápida. Elas “precisam de menos quantidade e menos tempo de uso de tóxico para ficarem viciadas”, explicou Camila Silveira, pesquiatra do Centro de Informações Sobre Álcool e Drogas (Cisa) e autora do estudo da OMS feito no Brasil. Leia a história : Alice começou a beber aos 13 anos Associadas aos fatores fisiológicos estão as questões comportamentais que favoreceram o uso de crack, cocaína e outras drogas pelas mulheres. Até 30 anos atrás, pontuam os estudiosos, não era socialmente aceito que a população feminina consumisse qualquer tipo de droga. Na época, a razão registrada pelos centros de atendimento era de 5 homens usuários para cada mulher. Hoje, no grupo etário menor de 30 anos, a proporção já é de 1 caso masculino para 1 feminino, indicou levantamento feito pelo Instituto de Psiquiatria da Universidade de São Paulo (USP). Drogas, prostituição e liderança: Conheça a história de Formiguinha Outros números que atestam o crescimento feminino na utilização de drogas são os do DataSUS, banco virtual do Ministério da Saúde, abastecido pelos hospitais públicos e privados do País. Entre 2008 e 2001, as internações de mulheres devido o uso de substâncias psicoativas (entram na lista álcool, maconha, crack, cocaína, ansiolíticos e remédios para emagrecer, por exemplo) cresceram 21,1%, passando de 13.876 casos para 16.804, segundo levantamento feito pelo iG Saúde. Se elas já estão mais numerosas, ainda enfrentam barreiras para procurar ajuda especializada. Nos grupos de estudo da USP e da Unifesp, as mulheres chegam com até 10 anos mais de uso crônico de drogas do que os homens. Entre as justificativas apontadas estão: vergonha, preconceito e também limitações como, por exemplo, impossibilidade de deixar os filhos em casa para ser submetida a uma internação de 3 meses. Na primeira clínica pública de São Paulo destinada ao tratamento de drogas, inaugurada pelo governo de São Paulo em São Bernardo do Campo, até o início do ano passado, 46% dos leitos exclusivos para mulheres estavam vazios devido à baixa procura . “Sabemos que demanda existe, mas espontaneamente elas ainda não chegam até nós”, comentou na época a psiquiatra, então responsável pelo serviço, Alessandra Diehl, atualmente membro da Associação Brasileira de Estudo sobre Álcool e Drogas (Abead). Em resposta, algumas políticas públicas para as mulheres dependentes já começaram a ser lançadas. No Rio Grande do Sul, as agentes sociais tentam fazer o trabalho de recuperação com a paciente – quase sempre a chefe da família – e das crianças. Fonte:IG

quarta-feira, 30 de maio de 2012

Ibope: drogas são mais preocupantes que desemprego no país

Pesquisa, realizada em 26 cidades com mais de 300 mil habitantes, conclui que tema vai ser levado em conta pelos eleitores na hora de escolher prefeito, em outubro. FONTE: Jornal Nacional No Brasil de hoje, quando se pergunta a um cidadão quais são as maiores preocupações dele, as drogas têm aparecido com frequência crescente. Uma pesquisa concluiu que esse tema vai ser levado em conta pelos eleitores na hora de escolher o prefeito, em outubro. O crack escancarou o problema da dependência química em São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Fortaleza. Ninguém mais pode dizer que as drogas estão longe. “A gente como pai está sempre pensando nisso. É um medo”, diz um homem. O problema das drogas já não diz respeito só às famílias que têm dependentes químicos. A população em geral está preocupada. Tanto que o assunto já começa a aparecer entre as prioridades do eleitor brasileiro. Em 26 cidades com mais de 300 mil habitantes, o Ibope perguntou qual tema o eleitor mais levará em conta na hora de escolher o candidato a prefeito, em 2012. 37% responderam saúde, 16% segurança, 11% educação e as drogas apareceram logo atrás, com 9%. Ultrapassou, com folga, uma velha preocupação do brasileiro: o emprego, com 4%. A integrante da Associação Parceria contra as Drogas, Marylin Tatton, confirma: cada vez mais famílias telefonam pedindo ajuda. “As pessoas têm ligado para saber o que fazer, como fazer para que seus filhos não usem drogas e, principalmente, tem aumentado muito as ligações de pessoas que já estão com problema em casa”. O Ibope também perguntou quais as três áreas mais problemáticas nas cidades. A saúde foi citada por 61% das pessoas, a segurança por 46% e as drogas por 40%, bem à frente da educação, do transporte coletivo e do trânsito. “A droga diretamente atinge alguém da família ou próximo do circulo do cidadão, mas indiretamente ela alimenta um ciclo de violência, um ciclo de insegurança que de alguma maneira traz alguma consequência para todas as pessoas. O candidato tem que ter clareza que o eleitor está preocupado e vai cobrar dele uma atitude muito firme com relação a essa questão”, aponta o diretor de negócios do Ibope, Hélio Gastaldi. “Eles têm que se empenhar mais que todo mundo. Se cada um fizer a sua parte fica mais fácil”, afirma uma mulher.

quarta-feira, 25 de abril de 2012

segunda-feira, 23 de abril de 2012

Gabriely Malafaia

Grupo de Varões

Informação!!!

Queridos amigos, familiares, voluntários, ex internos e irmãos da família Há Uma Esperança Jesus. Durante 7 longos anos passamos por muitas lutas e batalhas pois lutamos pelo reino de Deus, por almas e vivemos para ajudar o próximo. E durante esse período de deserto, nos fortalecemos, fomos edificados e ensinados pelo Senhor a amar, chorar, clamar e ajudar as almas, buscando oferecer um serviço de excelência ao próximo. Porém mesmo desejosos em servir bem estávamos limitados por barreiras financeiras pois a instituição funciona com a ajuda nas internações de 40% dos internos, 60% são internações gratuitas, e voluntários como a Rede de Homens do Rio de Janeiro, que todos os meses trazem o arroz para o consumo mensal, parceiros como: Sodexo, Metal América, Pactoon. Enfim amigos que ao longo dos anos tem se unido a nós nesta guerra declarada contra o inferno, com a finalidade de ajudar pessoas que se encontram aprisionadas pelos vícios.a Iniciamos 2012 com a certeza que Deus esta conosco e nos ajudará a nos tornar um centro de recuperação referência no Vale do Paraíba e para isso contamos com sua oração. Orem pois esse ano conseguiremos ampliar nossos serviços e melhorar os já existentes na instituição. Estamos treinando e qualificando nossa equipe de monitores. E buscando novos parceiros para avançarmos mais na obra do Senhor. Esse mês nossa site entra na rede e vocês poderão nos acompanhar e conhecer nossos projetos para a instituição. Ore, divulgue e se torne nosso parceiro contra a luta pelo combate as drogas.

segunda-feira, 12 de março de 2012

Brasil se mantém como 2º maior consumidor de cocaína do mundo.

O Brasil permanece como o segundo país que mais consume cocaína no mundo, enquanto Argentina, Chile, Paraguai e Uruguai ainda são passagem de drogas de outras partes da América do Sul rumo à Europa e América do Norte, segundo dados divulgados nesta quarta-feira pelo governo dos Estados Unidos.

O Departamento de Estado americano divulgou nesta quarta-feira o relatório anual "Estratégia para o Controle Internacional de Narcóticos", documento que avalia a colaboração de outros países na luta dos EUA contra o tráfico de drogas.

ARGENTINA

A Argentina continua sendo uma passagem crucial para a cocaína produzida na região da Cordilheira dos Andes e, embora o recém-criado Ministério de Segurança tenha trabalhado para melhorar o controle de narcóticos, o "lento processo" de execução somado à queda da cooperação com os EUA reduziu a capacidade de interdição.

As autoridades americanas consideram que os esforços antinarcóticos no México e na Colômbia obrigaram os traficantes a utilizar outras rotas no mercado. A redução das capacidades de interdição de drogas na Bolívia também "contribui de maneira significativa" ao aumento do trânsito de cocaína através da Argentina.

A droga mais consumida continua sendo a maconha, importada do Paraguai, mas o uso da cocaína cresceu e a Argentina se transformou no segundo maior mercado interno desta droga na América Latina, após o Brasil.

BRASIL

O Brasil é o segundo maior consumidor de cocaína do mundo, após os Estados Unidos, e registra altas taxas de consumo de maconha. Além disso, é o principal país de trânsito para a cocaína com destino aos mercados internacionais, principalmente à Europa.

Os EUA reconhecem os esforços do Brasil na luta antinarcóticos suas forças de segurança são "muito profissionais e comprometidas" na luta antinarcóticos, mas os 16 mil quilômetros de fronteira que mais da metade são compartilhados com os principais países produtores de maconha e cocaína o tornam um país vulnerável.

O relatório indica que a indústria química do Brasil cresceu nos últimos anos, relacionada a setores lícitos da economia, mas também a compostos precursores para a produção de cocaína. Por isso, os controles da substância representam um desafio para o país.

"Como um dos dez maiores fabricantes de produtos químicos do mundo, líder na América Latina e o único país que faz fronteira com os três países andinos produtores de cocaína, os controles químicos representam um desafio particular".

Washington também destaca o Brasil por seu papel "pró-ativo" na identificação de ameaças de droga emergentes.

CHILE

O Departamento de Estado reconhece que o Chile "não é um grande produtor de drogas orgânicas ou sintéticas", mas ressalta que se trata de um país "significativo" para o trânsito de cocaína com destino a outros lugares, em particular à Europa.

Os EUA reconhecem que, devido a sua longa fronteira com Peru, Bolívia e Argentina, "difícil de vigiar", enfrenta uma dificulta maior para combater o tráfico de drogas.

Além disso, as restrições derivadas do tratado de paz resultante da Guerra do Pacífico (1879-1883) estabelecem que as autoridades chilenas devem solicitar permissão ao governo da Bolívia para inspecionar qualquer carga que transite pelo país.

"Essas restrições para inspecionar impedem os esforços de interdição de cargas de narcóticos ilegais, permitindo que alguns cargueiros passem pelos portos chilenos sem inspeção", lamentou o Departamento de Estado.

O Chile, da mesma forma que o Brasil, é fonte de químicos precursores utilizados na produção de cocaína no Peru e Bolívia, assim como de efedrina, um composto que costumam ser utilizado sobretudo pelos traficantes mexicanos para a fabricação de metanfetamina.

Os EUA lembram que, segundo o relatório anual de drogas da ONU, o Chile é o maior consumidor de maconha e cocaína per capita na América do Sul.

O relatório valoriza os planos do governo de Sebastián Piñera para tratar "todas as fases dos esforços do controle de drogas", inclusive o consumo interno, recomenda o aumento das unidades especializadas antinarcóticos e reitera seu apoio para "continuar sua parceria" contra o narcotráfico.

PARAGUAI

"O Paraguai enfrenta grandes desafios para lutar com eficácia contra o narcotráfico e a produção: sua localização e os desafios institucionais enfrentados pelos organismos de aplicação da lei e pelos tribunais continuam dificultando os esforços contra o narcotráfico".

O país é um dos principais produtores de maconha no Hemisfério Ocidental, droga que segue com destino ao Brasil e Argentina. Também é uma nação de passagem para a cocaína andina, a maior parte da qual se destina à Europa, África e Oriente Médio, além dos países vizinhos e, em quantidades menores, aos EUA.

O relatório assinala que, apesar de a demanda interna de drogas ilegais continuar baixa, "o consumo de crack aumenta".

Os EUA enfatizam a necessidade de o Paraguai melhorar os esforços antinarcóticos, assim como aprofundar a colaboração com a polícia brasileira, e pedem que Assunção continue tomando medidas contra a corrupção.

Por outro lado, "o tráfico de armas, lavagem de dinheiro, falsificação e outras atividades ilegais relacionadas ao tráfico de drogas também são frequentes".

URUGUAI

O Uruguai também não é país produtor, mas os narcotraficantes estrangeiros são cada vez atraídos pela localização estratégica marítima e pelas "porosas fronteiras" do país com Brasil e Argentina, o que facilita o trânsito ilegal de substâncias.

O consumo local da pasta base de cocaína "continua sendo um problema", indica o relatório, que assinala que os esforços para combater o tráfico e o consumo interno "são relativamente eficazes, apesar dos limitados recursos disponíveis" para os organismos policiais.

Diferenças entre Crack e Oxi!!!


CRACK

O CRACK é uma droga feita a partir das sobras do refino da cocaína com outras
substâncias, como amônia e bicarbonato de sódio.

OXI

O OXI é em tudo semelhante, mas sua produção ocorre com cal virgem no lugar do bicarbonato e querosene ou gasolina. Substâncias utilizadas na construção civil e nos motores, sem indicação de uso para humanos.


Informes:
O nome Oxi vem do processo de oxidação que acontece da mistura de substâncias à pasta de coca. As pedras de um e de outro variam do branco ao âmbar, e até ao verde,
dependendo da proporção entre seus componentes. Não bastasse a toxicidade, e os riscos à saúde do crack, o oxi consegue ser mais diretamente nocivo ao ser humano.

Consequências do uso do OXI:

A ação da droga é rápida, e em poucos segundos é possível sentir euforia,
hiperatividade, agitação, palpitações, seguidas de depressão e náuseas.O Oxi mostra seus efeitos logo na primeira semana de consumo com vômito
e diarréia frequentes. O usuário apresenta problemas no aparelho digestivo,complicações renais,além de dores de cabeça constantes.
As lesões no cérebro resultam em deficiências de memória e de concentração,
mudanças de humor, idéias persecutórias, medo, incapacidade de lidar com as
frustrações naturais da vida e maior dificuldade em se relacionar com outras pessoas.
O uso destas substâncias começa por produzir queimaduras e bolhas no rosto,
lábios, dedos e mãos em função da alta temperatura para queimar a pedra. A fumaça
quente do crack e do oxi gera lesões em todo percurso respiratório, da boca aos
pulmões. E abre caminho para todas as doenças possíveis de ocorrer nesses
órgãos. Isto sem falar dos danos a outros órgãos como o coração que é
constantemente acelerado, doenças sexualmente transmisssíveis, e doenças do fígado.

Assembleianos vão às ruas após decisão judicial que proibe cultos

Cantando louvores e protestando contra a decisão judicial que proibiu a realização de cultos na Igreja Evangélica Assembleia de Deus (Ministério Belém), evangélicos de várias congregações de Corumbá (MS) se uniram em uma carreata que reuniu pedestres, motocicletas e carros.

O protesto foi organizado pela diretoria da Igreja Evangélica Assembleia de Deus, que também coletou assinaturas dos participantes da mobilização. A carreata saiu de frente da sede da igreja, na rua Cabral, por volta das 14h30 e percorreu as principais ruas da área central, como Frei Mariano e a Avenida General Rondon.

"A Igreja Assembleia de Deus se sente apoiada pelo número de manifestantes que estiveram presentes em nossa carreata. Estamos nos mobilizando contra a decisão judicial que proibiu os cultos em nossa igreja. Nada em nossa igreja está funcionando, está tudo fechado. Nós questionamos: hoje, a proibição foi em nossa igreja, e amanhã, onde será? Nos sentimos ofendidos com essa decisão judicial.

Essa atitude tomou proporções internacionais. Estamos recebendo apoio e outras manifestações de várias partes do mundo, estamos recebendo um grande apoio", afirmou ao Diário o pastor da Igreja Assembleia de Deus (Ministério de Belém), João Martins.

A sentença judicial, do juiz Vinicius Pedrosa Santos, titular da 3ª Vara Cível de Corumbá que impede os cultos na congregação, deve-se a uma ação ingressada por uma moradora da vizinhança que se sente prejudicada pelo som alto, classificado pela mesma como "ensurdecedor" durante os cultos realizados no local. A moradora relatou na ação judicial que, desde que obras de ampliação da fachada do recinto religioso começaram, há cerca de dois anos, vem sofrendo com o som alto proveniente dos encontros religiosos. Ela afirmou que, antes de recorrer à Justiça, buscou a solução do problema com os representantes da Igreja em questão, com o Ministério Público Estadual e com a Polícia Militar, porém "não obteve êxito". Caso a Igreja descumpra a decisão, datada do dia 05 de março, receberá uma multa diária de R$ 500.

A Assembleia de Deus, por sua vez, conforme o pastor João Martins, através do departamento jurídico, já ingressou com pedido de liminar no Tribunal de Justiça do Estado contra a decisão. "Acreditamos que essa semana já iremos receber a decisão do desembargador. Na terça-feira, 13 de março, a Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul também estará realizando uma manifestação contra essa liminar expedida por esse magistrado", ressaltou o pastor. Se a proibição aos cultos for mantida, o pastor enfatizou que novas manifestações ocorrerão. "Vamos recorrer com todos os recursos possíveis para ter o direito livre aos cultos novamente", garantiu.



A decisão

Em sua decisão, o magistrado lembra que a Igreja "é obrigada, por força de lei municipal, a respeitar os limites de decibéis máximos em seus cultos ocorridos em ambiente residencial. Se ultrapassar é inarredável instalar no local, equipamentos suficientes para impedir que o excesso não atinja o exterior, tampouco cause danos aos vizinhos".

Fotografias foram juntadas aos autos do processo comprovando que não existe nenhuma barreira acústica no local. O juiz ainda baseou sua decisão na jurisprudência e literatura jurídica e faz observações quanto à liberdade de culto religioso registrada na Constituição Federal.

"A liberdade de culto não autoriza a poluição sonora pela Igreja Evangélica Assembleia de Deus (Ministério Belém) e, uma vez atingida de modo desrespeitoso a individualidade da demandante, pessoa idosa que não tem sossego no seu próprio lar pelo barulho ‘ensurdecedor', como ela mesma fez referência na inicial, não há outra solução senão a de impelir a demandada a se adequar às normas ambientais e cessar, consequentemente, o dano à pessoa desta".

O pastor e 2º vice-presidente da Igreja Assembleia de Deus rebateu a decisão. Segundo ele, a medida causou surpresa, já que, há cerca de 45 dias, a Igreja assinou um TAC (Termo de Ajuste de Conduta) com o Ministério Público, visando a adequação no templo. "O que foi acordado entre Ministério Público, Igreja e vizinha não foi cumprido. A vizinha não esperou o Ministério Público e já entrou judicialmente na Comarca. O juiz recebeu a petição com pedido de antecipação de tutela, não fez nenhuma perícia no local, não consultou a igreja; não houve perícia técnica com pessoas capacitadas no horário e dias certos de cultos", afirmou ao classificar a decisão como um "ato arbitrário". Diário Online

O pastor João Lucas Martins relatou que considera "discriminatório" trecho da sentença judicial. "O que estamos discordando não é da vizinhança abrir mão dos seus direitos, o que não concordamos é a forma que a situação foi tratada pelo juiz em dizer - não são palavras minhas, mas o que está escrito na decisão - ‘que é praxe das igrejas evangélicas colocarem às alturas seus equipamentos de som, seus discursos e causar um efeito nocivo à população'. Quer dizer, um caso isolado da Igreja Assembleia de Deus, acabar atingindo toda a comunidade evangélica", concluiu.

Fonte: Midiamax

Viva o Vinho Novo

Ev. João 2:1-10 / Ev. Marcos 2:21,22
“O MELHOR DA FESTA AINDA ESTÁ POR VIR, PORQUE O NOSSO DEUS É UM DEUS DE COISAS NOVAS”
Analisando IMPORTÂNCIA E SIGNIFICADO do Vinho na Bíblia:
I – ASPECTO USUAL
1- Árvore de grande importância em Israel
-As Parábolas e a Metáfora de Jesus “Eu Sou a Videira Verdadeira”
2- Árvore de poder medicinal curativo
- O Odre do bom Samaritano: Azeite e Vinho
- O Conselho de Paulo à Timóteo: Vinho para o estômago
II – ASPECTO REPRESENTATIVO
1- Representando Fertilidade – A Mulher como videira – (Sl.128)
2- Representando a Nova Aliança – O vinho como o sangue do Cordeiro.
3- Representando Alegria, festa, celebração.
Partindo do pressuposto que o Vinho representa alegria, Duas grandes situações negativas podem ocorrer num Ambiente que exige festa e celebração, sem o veredicto de qual seja o pior: UMA FALSA ALEGRIA ou A AUSÊNCIA DELA.
Analisando a Passagem bíblica do Casamento em Caná, junto à recomendação do Mestre aos seus discípulos a respeito do Vinho é possível detectar QUATRO SITUAÇÕES PARA A AQUISIÇÃO E PRESERVAÇÃO DE UM NOVO VINHO.
1ª SITUAÇÃO: CONSEQUÊNCIA versus PROVIDÊNCIA
I – CONSEQUÊNCIA :
Será que a festa se alongou muito? Ou O vinho não era o bastante para os dias das bodas? Ou os convidados o consumiu em excessiva quantidade?
“O VINHO ACABOU!” - Maria, Mãe de Jesus - Destinatário: O Mestre dos Mestres.
II – PROVIDÊNCIA:
1- Maria acata a Palavra do Mestre: “Mulher, que tenho eu contigo. Ainda não é chegada a minha hora”
2- Maria entende o silencio do Mestre:
Maria: “FAZEI TUDO QUANTO ELE MANDAR”
2ª SITUAÇÃO: OBEDIÊNCIA versus EXPERIÊNCIA
III – OBEDIÊNCIA:
Porque não a ordem dada para o noivo? Porque não à sua mãe e aos discípulos? Porque aos Serventes?
PORQUE TEMOS O NOSSO TEMPO DE SERVO E O NOSSO TEMPO DE CONVIDADO.
“As vezes Deus precisa de nossa Ajuda. Noutras não. Ele quer tão somente que sejamos convidados, às vezes, vendo-o agir em nosso favor”
O Mestre: “ENCHEI ESSAS TALHAS D’ÁGUA””
IV EXPERIÊNCIA:
1- Analisando a Submissão dos Serventes: Vasilhas destinadas para outra utilidade
2- Analisando a Disposição dos Serventes: Encheram-nas até em cima
O Mestre: “TIRAI AGORA, E LEVAI-O AO MESTRE SALA””
3ª SITUAÇÃO: APARÊNCIA versus EVIDÊNCIA
V – APARÊNCIA
Porque não levar diretamente ao noivo? Porque não levar aos discípulos para que o avaliasse? Porque levar a um personagem neutro na festa?
PORQUE QUEM CONHECIA DE VINHO ERA O “MESTRE SALA.
“Só deseja Luz que está nas trevas. Só precisa de água quem está sedento. Quem sabe tudo de crente é a sociedade; não outro crente”
1- Analisando a situação dos serventes: Sabiam que não era vinho
2- Analisando o temor dos serventes: Sabiam que era o especialista em vinho
VI – EVIDÊNCIA
“TODO O HOMEM PÕE PRIMEIRO O VINHO BOM E, QUANDO JÁ TEM BEBIBO BEM, ENTÃO SERVE O INFERIOR; MAS TÚ GUARDASTES ATÉ AGORA O BOM VINHO”
Prolongou-se a festa por mais dias? Festejaram-se e fartaram-se todos do Vinho Novo? Repartiu o noivo o vinho que sobrara com os convidados que partiram? Como carregara tão grande e especial quantidade e qualidade de Vinho?
4ª SITUAÇÃO: EXIGÊNCIA versus PERMANÊNCIA
VII – EXIGÊNCIA
1- ANALISANDO A QUESTÃO DO REMENDO E DO VESTIDO
* A tentativa de remendar uma roupa gasta com pano novo levaria a dois desastres: Um estrutural o outro estético:
a) O pano novo encolheria com a primeira lavagem e aplicaria tal tensão sobre o pano velho que faria um rasgo maior do que antes.
b) O remendo novo faria com que a roupa velha parecesse ainda mais desbotada e velha.
2- ANALISANDO A QUESTÃO DO ODRE E DO VINHO
Receptáculo de couro de animal muito bem costurado em forma de saco para reter líquido, conforme relatos bíblicos: azeite, leite, água, “lágrimas” e vinho.
-Na antiguidade, se fazia vinho, era comum colocar o suco de uva em um odre novo. A medida que o suco fermentava, liberava gás que, por não ter por onde escapar ia enchendo o odre e com a pressão esticando o couro, não podendo ser usado novamente, da mesma forma; pois a elasticidade do couro teria chegado ao limite.
VII – PERMANÊNCIA
Tudo que não é compacto, novo, quebra, dissolve, parte, danifica. (Fp. 2:1-5)
1- Nem para os Mais Religiosos – (Nicodemos) “Necessário te é nascer de novo!”
2- Nem para os Mais Nobres – ( O Mancebo Rico) “Ainda te falta uma coisa”
3- Nem para os Mais Humildes –(discípulos) “Se a vossa justiça não exceder a dos farizeus, jamais podereis entrar no Reino de Deus”
“ Não há como ter vida nova em cima de conceitos velhos, hábitos velhos, SONHOS VELHOS”
a) Porque somos uma NOVA CRIATURA
b) Porque vivemos em NOVIDADE DE VIDA
c) Porque seremos TRANSFORMADOS
d) Porque teremos uma NOVA CIDADE
e) Porque teremos um NOVO NOME.

TRÊS SEGREDOS PARA NÃO SE ENVOLVER EM CONFLITOS

1º SEGREDO: OS OLHOS – “Veja o Suficiente”
Procure olhar as coisas pelo prisma que elas estão. Não busque investigar, inquirir o que não podes resolver. Há situações que se resolvem por si mesmo. O tempo é mais eficiente do que a nossa denúncia de minúcias que não somam em nada.
Olhe para as pessoas, como humanos; alguém que está ali porque quer o seu bem. Querer encontrar defeitos é querer perder-se num labirinto de desconfiança. Quem procura as rugas no rosto perde o tempo de ver o brilho no olhar.
Procure ver o suficiente.
2º SEGREDO: OS OUVIDOS “Ouça o Essencial”
Procure filtrar o que ouve. Não podes tapar os ouvidos sobre o que as pessoas falam; porém, podemos escolher o que guardar em nossa memória.
Tudo que é nocivo, tudo que é perturbador, devem ser eliminado, “deletado”, dissolvido da mente; bem antes de se tornar uma voz de comando que venha dissolver a auto estima.
As pessoas tem o direito de nos julgar; porém, jamais terá o poder de nos moldar ao seu gosto, a menos que nos deixemos ser manipulado pelo que dizem.
Há uma máxima que diz: “estão falando! De quem falam? Deixem que falem.”
O que as pessoas acham de nós nunca irá determinar o que somos de verdade.
Procure ouvir o essencial.
3º SEGREDO: A VOZ “Fale o Necessário”
Procure falar o que sente; porém nem tudo que sentimos deve ser expressado de forma repentina, sem uma reflexão; já dizia o sábio Salomão: “como maçãs em bandeja de pratas, assim são as palavras ditas em seu tempo”.
Nos julgamos às vezes o dono da verdade e achamos que aquilo que falarmos soará como um veredicto final. É, exatamente nesta hora que podemos ouvir o que não esperávamos; simplesmente porque falamos o que não era necessário; ou julgamos ser o tempo de dizer algo que ainda não estava maduro para se dizer.
O pregador Salomão conclui: “Há tempo para todas as coisas. Tempo de falar. Tempo de Calar”
O que você teria de tão importante a falar pra alguém hoje?
Não diga hoje. Não diga nada por enquanto. Talvez, nem seja necessário dizer!

sábado, 4 de fevereiro de 2012

Jovem espancado ao defender mendigo é operado e passa bem!!!

Estudante teve placas de titânio implantadas na testa e no céu da boca.
Dois dos três jovens acusados da agressão já estão presos.


Passa bem o jovem Vítor Suarez Cunha, de 21 anos, espancado na Ilha do Governador, na madrugada da última quinta (2), ao defender um mendigo. Ele foi submetido a uma cirurgia neste sábado (4), para implantação de placas de titânio na testa e no céu da boca — Vítor teve afundamento na testa e na região dos olhos, e pode ficar com sequelas. A operação durou duas horas e meia.
A mãe do rapaz reagiu com serenidade ao saber da prisão de dois dos três jovens acusados da agressão. "Com a prisão deles está sendo feita justiça. Ainda falta um. Eles devem responder pelo que fizeram. Espero justiça", afirmou ao G1, a assistente social Regina Suarez, mãe do estudante.
Dois dos três jovens acusados de agredir o rapaz estão presos: Tadeu Assad Farelli Ferreira, de 20 anos, e William Bonfim Nobre Freitas, de 23 anos. O outro acusado, Rafael Zanini Maiolino, de 18 anos, é considerado foragido e está sendo procurado pela polícia. Os três tiveram a prisão preventiva decretada, acusados de tentativa de homicídio qualificado. As informações são da assessoria da Polícia Civil.
De acordo com o delegado responsável pelo caso, Deoclécio Filho, titular da 37ª DP (Ilha do Governador), a polícia ainda tenta identificar outros dois agressores. Segundo os investigadores, os três acusados admitiram ter participado da briga, mas disseram que a confusão foi provocada pelo estudante Vítor Suarez Cunha.
Segundo a mãe de Vítor, o rapaz está reagindo bem ao que aconteceu, "na medida do possível". "Vítor está me surpreendendo, ele está tranquilo e tenta tranquilizar a gente também. Ele não pensa em vingança, só justiça. Tudo está se encaminhando bem", contou. "Outras pessoas foram espancadas por esse grupo. A gente sente pelas famílias, mas foi o Vítor que ficou marcado".
Outro jovem diz ter sido agredido por grupo
Tadeu Assad Ferreira é acusado pela principal testemunha do caso de ter começado a espancar Vítor. O estudante estava acompanhado do amigo, Kleber, que disse ter visto um grupo de cinco rapazes agredindo um mendigo.

Segundo o amigo, Vítor tentou defender o morador de rua e foi espancado com socos e pontapés. Kleber tentou ajudar o amigo, mas também foi agredido.
A mãe de Vítor ficou chocada com a covardia. “Eu acho que minha dor está muito maior por conta de ele ter tentado defender um outro ser humano. Ele foi brutalmente violentado", disse ela.
No fim da tarde de sexta-feira (3), um outro jovem procurou a polícia e disse que já havia sido agredido por dois dos rapazes identificados: Tadeu Ferreira e Wiliam Freitas, que voltaram à delegacia para participar de uma acareação com a suposta vítima, antes de terem a prisão preventiva decretada.
Os policiais ainda procuram outras testemunhas e o mendigo.
20 chutes no rosto
O amigo do rapaz agredido se disse chocado com a violência do grupo. E afirmou ainda que se sentia culpado porque, segundo disse, foi ele quem tomou a iniciativa de ir falar com o grupo para que parasse de importunar o mendigo. Mas quem apanhou foi seu amigo, segundo contou.
"Foram extremamente violentos, foram chutes com muita vontade, ele já estava caído, imobilizado, e as pessoas continuavam chutando o rosto. O pior é que foi só o rosto. A quantidade de chutes foi imensa, ele deve ter tomado uns 20 chutes, pelo menos, em cinco minutos, foi tudo rápido", disse ele.
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terça-feira, 10 de janeiro de 2012

Maioria quer se livrar do vício do crack, diz pesquisa

LÍGIA FORMENTI - Agência Estado
A maioria dos usuários de crack carrega o desejo de se livrar da dependência, revela pesquisa feita pela Unidade de Pesquisa em Álcool e Drogadas da Universidade Federal de São Paulo (Uniad-Unifesp) na cracolândia, no centro da capital paulista. O trabalho, que entrevistou 170 usuários, mostra que 62,3% gostariam de se livrar da droga e 47% estão dispostos a se submeter a tratamento. A pesquisa mostra ainda que 34% acham que a internação involuntária pode ser usada em determinadas condições.

"O resultado da internação involuntária surpreende, mas ao mesmo tempo reflete a perfeita convicção dos usuários de que, muitas vezes o dependente precisa de ajuda externa para, pelo menos, iniciar o tratamento", afirma um dos autores do trabalho, o psiquiatra Marcelo Ribeiro. O médico ressalta que, em alguns momentos de fissura, o dependente chega a ficar "incontrolável". Para ele, na recente ação da cracolândia, o risco de desestabilização se acentua. "Eles estão deslocados. A dificuldade para obtenção da droga, a fissura num ambiente estranho pode levar à maior exposição. O que aumenta o risco de violência".

Conduzida em dezembro, a pesquisa também reflete a ausência do governo na oferta de terapia para esse grupo. Dos usuários que já se submeteram a tratamento alguma vez na vida (61% dos entrevistados), somente 10% afirmam que o ingresso aos serviços foi feito por meio de projetos sociais. A maior parte diz que a oferta de serviços foi feita pela Igreja (53%) e por ONGs (22%). "A imagem do Estado não está atrelada a tratamento", diz Ribeiro. Ele observa existir dois centros públicos de tratamento relativamente próximos da região da cracolândia. "Mas, para os usuários, esses serviços são invisíveis. O ideal seria que agentes de saúde estivessem mais próximos dos dependentes".

A pesquisa, feita em parceria com os psiquiatras Ronaldo Laranjeira e Lígia Duailibi, mostra também que 37% dos dependentes afirmam ter dinheiro próprio para comprar a droga. Outros 13% dizem apelar para o roubo, 9% de furto e 9%, de dinheiro de venda de objetos de família. Para 11%, a droga chega em troca de sexo e 13%, em troca de serviços para traficantes.

Plano do governo federal previa ação policial na cracolândia só em abril .

Bruno Paes Manso - O Estado de S.Paulo
SÃO PAULO - O cronograma traçado pelo governo federal para ser discutido com o Estado e a cidade de São Paulo previa o começo das ações policiais na cracolândia apenas em abril. A proposta era começar o ano fortalecendo serviços de retaguarda nas áreas de saúde e proteção social e inaugurar os consultórios de rua em fevereiro. Só depois seriam instaladas bases móveis da Polícia Militar em locais com alta concentração de consumidores de drogas e iniciado o policiamento ostensivo na região, com monitoramento das ruas por câmeras. Em maio, o policiamento dessas áreas ganharia apoio de equipes de ronda ostensiva - no caso de São Paulo, a Rota.

Veja também:
'Eu não sai da rua, o PM atirou', diz jovem baleada na boca

O cronograma ao qual o Estado teve acesso - e que está sendo coordenado pela Casa Civil do governo federal - prevê uma série de intervenções em cracolândias ainda neste semestre em seis capitais brasileiras: além de São Paulo, Rio de Janeiro, Recife, Salvador, Distrito Federal e Porto Alegre. Mas a antecipação da intervenção no centro paulistano para janeiro acabou prejudicando o diálogo com a União, que deveria ser intensificado neste mês.

‘Cenas’. Uma das ações dificultadas pela ocupação da PM na cracolândia foi, por exemplo, o mapeamento pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) dos mais de cem pontos de consumo de crack em São Paulo - chamados no estudo de "cenas do crack". Os 12 pesquisadores da entidade - que estão conversando com usuários para identificar necessidades de tratamento e equipamentos públicos - enfrentam problemas por causa da migração de dependentes pela região central. O plano do governo federal previa ainda estratégias para o caso de dispersão de consumidores, com deslocamento de bases policiais e escritórios de rua.

O detalhamento e a sequência das ações eram uma tentativa de facilitar que o pacote de R$ 4 bilhões em ações para combater o crack, divulgadas em dezembro pela presidente Dilma Rousseff, começassem rapidamente a sair do papel. Na estratégia discutida pela União, os policiais ainda têm tarefas bem detalhadas.

No caso de encontrarem uma pessoa inconsciente ou correndo risco de morte, por exemplo, devem chamar o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência. Caso um adulto seja flagrado com droga, deve ser encaminhado ao Distrito Policial, onde será indicada uma Unidade Básica de Saúde, Centro de Apoio Psicossocial ou Centros de Referência Especializado de Assistência Social.

A secretária de Estado da Justiça, Eloisa de Sousa Arruda, diz, no entanto, que não teve acesso a nenhum documento do governo federal com definição de datas para ações na cracolândia. Mas isso, segundo ela, não significa que Estado e União não pretendam conversar daqui para a frente. Eloisa diz que a parceria com a União já permitiu a São Paulo montar um Centro de Atendimento de Saúde Mental em Perdizes, na zona oeste. "Queremos ampliar as conversas para termos mais recursos."

A Assessoria de Comunicação do Ministério da Justiça ressaltou que constitucionalmente o governo federal não pode tomar medidas unilaterais sem que Estado e município sejam ouvidos, pois são eles que tomam as decisões locais.

Alcoólatra britânico precisa de transplante de fígado aos 26 anos !

Matt Maden foi diagnosticado com cirrose hepática quando tinha 21 anos.

O britânico Matt Maden tinha 10 anos de idade quando experimentou a primeira taça de vinho, aos 15, ele ficou bêbado pela primeira vez e, hoje, aos 26, precisa de um transplante de fígado para continuar vivo.

Maden recebeu o diagnóstico de cirrose hepática devido ao consumo excessivo de álcool quando tinha 21 anos.

Desde então, ele sofreu três hemorragias graves, que colocaram sua vida em risco, e teve um tubo de plástico colocado em seu fígado para evitar o acúmulo de fluidos em seu estômago e seus pulmões.

O médico Varuna Aluvihare - do Hospital do King's College, em Londres, onde Maden fará o transplante caso consiga um doador compatível - diz que um em cada cinco pacientes morre na lista de espera.

"Tragicamente, a cada ano fracassamos em manter alguém como Matt vivo. Não temos órgãos suficientes no momento e alguém como Matt pode ficar na lista de espera por 18 meses", explica o médico.

Álcool em grandes quantidades

Matt Maden parou de beber quatro anos e meio atrás, depois de ficar em coma por duas semanas por causa da bebida. Ele diz que é assustador pensar que pode morrer devido às grandes quantidades de álcool que consumiu durante a adolescência e início da vida adulta.

Depois da primeira bebedeira, aos 15 anos de idade, Maden diz que foi se tornando cada vez mais resistente às bebidas.

"Eu passei de oito latas de cerveja para ficar bêbado ao dobro disso um ano depois. Mais uns dois anos e eu já precisava de uma garrafa de bebida destilada além da cerveja", conta ele.

'Recluso'

Maden diz que então passou a beber a qualquer hora do dia e que sua vida social começou a decair.

"Eu me tornei um pouco mais recluso. Por anos, o álcool me deu segurança. Mal sabia eu que as bebidas iriam se virar contra mim e acabar controlando minha vida."

Depois de acordar do coma alcoólico, em 2006, Maden teve de passar por 4 semanas de fisioterapia para aprender a andar novamente antes de se internar em uma clínica de reabilitação.

"A forma como eu me comportei no passado foi muito, muito egoísta. Não consigo imaginar o que a minha família passou, deve ter sido muito doloroso", diz Maden.

"Sei que não posso mudar o passado, mas é o que eu posso fazer hoje, e no futuro, que importa agora." BBC Brasil - Todos os direitos reservados. É proibido todo tipo de reprodução sem autorização por escrito da BBC.

Fonte:Folha de São Paulo

Ministério Público vai investigar operação na cracolândia!!!

O Ministério Público instaurou um inquérito civil para apurar a operação Centro Legal realizada na cracolândia. A avaliação das quatro promotorias envolvidas no processo até agora é de que a operação foi "precipitada", afirmou o promotor Eduardo Valério. Para ele, a repressão só aconteceria "depois de adotadas as medidas sociais e de saúde".

A promotoria vai convocar autoridades do governo estadual e da prefeitura para explicar a operação em 13 de janeiro. Devem comparecer Álvaro Batista Camilo, comandante-geral da PM de SP,a vice-prefeita e secretária de Assistência Social, Alda Marco Antonio, o secretário municipal de saúde Januário Montone e o coordenador de Políticas sobre Drogas da Secretaria de Estado da Justiça e da Defesa da Cidadania, Luiz Alberto Chaves de Oliveira.
Fonte: Folha de São Paulo

quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

Cantando e Contando o Natal!!! (Parte 02)

Pela primeira vez a Comunidade Terapêutica Há Uma Esperança Jesus apresenta um programação diferente na noite de Natal, anualmente realizamos a tradicional ceia, e uma linda celebração, mas esse ano mudamos e com a coordenação da Dcª Fernanda, realizamos a apresentação musical "Cantando e Contando o Natal", durante a apresentação a história do menino Jesus foi cantada e contada, foi uma experiência nova que contou com a participação de crianças, alunos na encenação, e também solos femininos. Foi uma linda noite com o fechamento para nossa alegria tendo a ministração da palavra de Deus com o Ev. Thiago Pires. Após a celebração ao Senhor, participamos de uma deliciosa ceia. Confira as fotos!!!!

























Cantando e Contando o Natal!!!